Desemprego aumenta apelo para ideologia violenta no Sahel, diz enviada

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Relatório destaca exposição dos civis às consequências de "ataques terroristas"; região conta com cerca de 20 milhões de pessoas em risco de insegurança alimentar.

Hiroute Guebre Sellassie Foto: ONU/Paulo Filgueiras

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A enviada especial do secretário-geral das Nações Unidas para o Sahel  disse esta quarta-feira que os níveis de desemprego juvenil aumentam o apelo para o que chamou de ideologia violenta na região africana.

Hiroute Guebre Sellassie afirmou que os civis continuam a sofrer as consequências negativas dos ataques terroristas, no primeiro informe ao Conselho de Segurança desde a sua nomeação no início de maio passado.

Boko Haram

Ao falar do primeiro contacto com a área, a responsável considerou impressionante a deterioração da situação política e de segurança. Como exemplos apontou a Líbia, os persistentes desafios políticos e de segurança no Mali e o que chamou de ataques terroristas ao citar o exemplo do grupo Boko Haram na Nigéria.

Como referiu, os atos continuam a ter consequências negativas para os civis e as economias locais.

Risco

Para ilustrar a fragilidade da região disse que pelo menos 20 milhões de pessoas estão em risco de insegurança alimentar. Um quinto destas são crianças em risco de desnutrição aguda.

Além da situação na região semiárida ao longo da borda do deserto do Saara, o documento aborda a implementação da estratégia da ONU para a área com o foco em áreas como governanção, segurança e resiliência.

 

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