Evento da ONU debate impactos positivos do esporte

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Embaixador brasileiro junto às Nações Unidas disse que futebol é um instrumento de confraternização; Antonio Patriota afirmou também que ele é um meio de desenvolvimento saudável e contribui para que os jovens não se dediquem a atividades nefastas para seu desenvolvimento.

Embaixador do Brasil junto à ONU, Antonio Patriota. Foto: ONU

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O Brasil e a Holanda lançam esta terça-feira na ONU um diálogo sobre o futebol e os esportes para paz e desenvolvimento.

O embaixador brasileiro junto às Nações Unidas, Antonio Patriota, afirmou que o objetivo do evento é chamar atenção para os impactos positivos do esporte numa sociedade e entre nações.

Jovens

Em relação aos jovens, Patriota falou sobre a importância do assunto.

"Em particular, quando se trata da juventude, o esporte é um instrumento de confraternização, mas também de desenvolvimento saudável, físico e motor e que contribui para que os jovens não se dediquem a outras atividades que possam ser mais nefastas para seu desenvolvimento."

Segundo a ONU, nos últimos 10 anos os Estados-membros adotaram, de forma unânime, várias resoluções que têm como temas "o esporte como meio para promover a educação, a saúde, o desenvolvimento e a paz".

Para a organização, essa é uma forma de reconhecer o potencial do esporte para alcançar os Objetivos do Milênio e de contribuir para o bem-estar das sociedades.

Resoluções

Essas resoluções realçam o valor das contribuições dadas pelo esporte na promoção da cooperação, da solidariedade e da inclusão social. Além disso, ele contribui para uma ambiente de tolerância e compreensão entre os povos e as nações.

Patriota disse que participam ainda dos eventos o representante do secretário-geral para os esportes, o Unicef, com iniciativas para a infância em várias partes do mundo e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud.

Detalhes

O embaixador brasileiro deu detalhes sobre a partida de abertura da Copa entre Brasil e Croácia.

"O pontapé inicial do primeiro jogo na Copa será dado por um deficiente físico com assistência de um mecanismo desenvolvido no Brasil, por um cientista chamado Nicolelis."

Patriota disse que essa é uma forma de aliar ciência, tecnologia, apoio à saúde e a ideia de que todos devem participar de uma Copa do Mundo num espírito de celebração da nossa humanidade comum.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 11 DE DEZEMBRO DE 2017
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