Na Nigéria, ONU Mulheres promete atenção à educação e segurança

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Diretora executiva da agência disse que rapto das mais de 200 meninas foi um retrocesso para a educação feminina no país; necessidades das vítimas incluem aconselhamento de trauma e apoio psicossocial.

Phumzile Mlambo-Ngcuka em visita à Nigéria. Foto: ONU Mulheres/Mariam Kamara

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A chefe da ONU Mulheres reafirmou a colaboração da organização com o governo e com parceiros de desenvolvimento na Nigéria para abordar o que chamou de questão crítica de "Educação e Segurança."

A diretora executiva da agência chamou a atenção para o contexto da situação do nordeste , ao expressar preocupação com as ameaças à educação das meninas em particular nos estados de  Borno, Yobe e Adamawa.

Boko Haram

Phumzile Mlambo- Ngcuka terminou esta terça-feira, a visita de solidariedade à Nigéria, marcada pelo recente rapto de mais de 200 estudantes por elementos da milícia islamita Boko Haram, em Chibok.

A responsável considera que a situação deixa os pais com medo, e que estes não estão dispostos a enviar crianças para a escola.

Com a equipa das Nações Unidas no país, a representante disse que o episódio foi um retrocesso para a educação das meninas no país.

Apoio

Em nome da Nações Unidas prometeu a continuidade do apoio às famílias das raptadas. O auxílio também deve ser direcionado às que conseguiram escapar do Boko Haram.

Entre as várias necessidades para as meninas traumatizadas e as suas famílias enumerou o aconselhamento de trauma, o apoio psicossocial e educacional além de assistência saúde.

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