Insegurança impede acesso a armas químicas que ainda estão na Síria

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Declaração foi feita pela coordenadora da missão ONU-Opaq; Sigrid Kaag diz que rodovias estão bloqueadas e Conselho de Segurança estuda como acessar os 8% restantes do arsenal.

Sigrid Kaag nesta quinta-feira na sede da ONU em Nova York. Foto: ONU/Mark Garten

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Equipes da ONU e da Organização para Proibição de Armas Químicas ainda precisam retirar da Síria 8% do arsenal químico do país. Mas segundo a coordenadora da ONU-Opaq, a insegurança impede a missão de concluir os trabalhos.

Sigrid Kaag fez as declarações na sede da ONU, em Nova York, logo após reunião no Conselho de Segurança na tarde desta quinta-feira. Segundo ela, está sendo feito todo esforço possível para que o ciclo seja completado.

Estradas

A ONU-Opaq já conseguiu retirar ou destruir 92% das armas químicas sírias e com o Conselho de Segurança, Kaag debateu como concluir a remoção.

Ela explicou sobre a impossibilidade de atingir as instalações onde o armamento está guardado. Dois locais ficam numa província que está tomada por grupos da oposição e as estradas estão inacessíveis.

Segundo Kaag, existe a preocupação também com a passagem segura dos comboios que irão transportar essas armas.

Gás Cloro

A coordenadora ressaltou que o assunto está sendo discutido com as autoridades de Damasco. No momento, equipes da Opaq estão na capital da Síria também para uma outra missão, a de investigar alegações sobre o uso de gás cloro em ataques.

Sigrid Kaag destacou que o Conselho de Segurança já fala também em reconfigurar a ONU-Opaq para uma outra fase de trabalho, assim que todas as armas químicas saírem da Síria.

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JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 28 DE JULHO DE 2014
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