Ban aborda segurança de funcionários da ONU com governo sul-sudanês

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Secretário-Geral encontrou-se com membros do governo do país à margem da Cimeira Europa-África em Bruxelas; estudo revela que os piores ataques ao pessoal da organização em 2013 ocorreram no Sudão do Sul.

Boinas azuis no Sudão do Sul. Foto: Unmiss/Martine Perret

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Secretário-Geral das Nações Unidas destacou que é importante evitar incidentes de perseguição do pessoal das Nações Unidas, num encontro mantido com os membros do governo do Sudão do Sul.

À margem da Cimeira Europa-África, em Bruxelas, Ban Ki-moon falou com a delegação que incluiu os ministros do Gabinete Presidencial Riak Awan, e dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional Barnaba Benjamin.

Direitos

Em meados de março, a Missão da ONU no Sudão do Sul, Unmiss, pediu o fim das restrições de movimento no país, por considerar uma violação ao Acordo sobre o Estatuto das Forças. O pacto aborda os direitos e os privilégios do pessoal estrangeiro a operar em território sul-sudanês.

No ano passado, o Sudão do Sul liderou a lista dos locais com os piores ataques ao pessoal da organização, após ter sido destacado pelo assassinato de 12 pessoas ligadas à Unmiss. O incidente deu-se a 9 de abril durante uma emboscada no Estado de Jonglei.

Insurgentes

Em 2013, pelo menos 58 funcionários da ONU foram alvo de terroristas e de insurgentes, segundo a Comissão Permanente do Sindicato para Segurança e Independência do Serviço Público Internacional.

Na reunião, Ban Ki-moon afirmou estar encorajado com a mensagem das autoridades de Juba que garantiram seu compromisso de trabalhar com a Unmiss e com a su representante especial no Sudão do Sul.

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