Secretário-Geral condena morte de guarda iraniano sequestrado

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Homem estava mantido em cativeiro desde 6 de fevereiro, junto a outros quatro guardas de fronteira capturados por uma milícia; Ban Ki-moon espera que grupo seja liberado e os responsáveis, condenados.

Ban Ki-moon

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*

O Secretário-Geral da ONU condenou o assassinato de um guarda de fronteira do Irã. Ele fazia parte do grupo de cinco guardas sequestrados por uma milícia no dia 6 de fevereiro.

Eles foram capturados na fronteira sudeste do país, próximo ao Paquistão. Segundo agências de notícias, o grupo Jaish-ul-Adl teria reivindicado responsabilidade pelos sequestros e publicado fotos do grupo. Após o sequestro em território iraniano, os guardas teriam sido levados para o Paquistão.

Ano Novo

O chefe da ONU, Ban Ki-moon, enviou condolências e expressou solidariedade com o povo e o governo do Irã, que segundo ele, têm de lidar com "esse ato terrível cometido durante as celebrações do Nowruz, que marca o Ano Novo do calendário persa.

Ban pede que os responsáveis pelos sequestros e pelo assassinato sejam levados à justiça. Ao governo do Irã, ele deseja sucesso nos esforços para tentar libertar os quatro guardas que continuam em cativeiro.

*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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