PMA reduz operações na República Democrática do Congo

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Decisão foi tomada pela falta de fundos para cobrir distribuição alimentar; a agência da ONU atende 1,5 milhão de pessoas por mês no país, meta era alcançar 4,2 milhões.

Deslocados na República Democrática do Congo.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

O Programa Mundial de Alimentação da ONU, PMA, decidiu reduzir as operações de entrega alimentar na República Democrática do Congo, RD Congo, por falta de fundos.

A agência da ONU não conseguiu obter financiamento suficiente para cobrir os gastos com as missões que levem os alimentos aos mais necessitados.

Insegurança Alimentar

O PMA precisa de US$ 48,5 milhões para financiar suas operações até agosto. Segundo a agência da ONU, 6,7 milhões de pessoas estão sob risco severo de insegurança alimentar.

Estima-se que do total, 4,8 milhões precisem de comida e de outras formas de assistência devido ao conflito ou desastres naturais como as cheias. O PMA cita ainda doenças de animais ou pragas nas plantações.

A ONU conseguiu até agora menos da metade da verba necessária para cobrir as operações humanitárias no país, neste ano.

Fundos

Atualmente, o PMA fornece alimentos a 1,5 milhão de pessoas por mês, em toda a República Democrática do Congo. O programa espera atingir 2,2 milhões até o final do ano.

O objetivo inicial era alcançar 4,2 milhões entre dezembro de 2013 e dezembro de 2015, mas a falta de fundos causou cortes na quantidade de alimentos disponíveis e nas operações de distribuição alimentar.

Até o fim do próximo ano, a prioridade da agência da ONU é fornecer ajuda humanitária em regiões afetadas por conflitos e ajudar aos deslocados e refugiados.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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