OMS confirma 59 mortes pela febre de ébola na Guiné-Conacri

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Agência anunciou que até esta terça-feira  foram registados 86 casos suspeitos; áreas afetadas são da floresta próxima da fronteira com a Serra Leoa e a Libéria.

Logo da Organização Mundial da Saúde.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

A Organização Mundial da Saúde, OMS, disse ter recebido relatos de 59 mortes, até esta terça-feira, devido ao vírus da febre hemorrágica ébola na Guiné-Conacri.

A agência anunciou o envio de uma equipa para as áreas do sudeste, que são afetadas pela doença que já registou 86 casos suspeitos. A febre hemorrágica sem cura tem índices de fatalidade que podem chegar aos 90%.

Floresta

Os casos são verificados nas áreas da floresta perto da fronteira com a Serra Leoa e a Libéria. Trata-se dos distritos de Guekedou, Macenta, Nzerekore e Kissidougou.

Um laboratório móvel da União Europeia já foi implantado na área de Guekedou. O Ministério da Saúde da Guiné-Conacri ativou os comités nacionais e de gestão distrital para coordenar a resposta de emergência.

Contactos

Por outro lado, equipas multidisciplinares foram enviadas para o campo para pesquisar e gerir os casos além de rastrear e acompanhar contactos.

O outro objetivo é sensibilizar as comunidades sobre a prevenção e controle de surtos, refere uma nota da OMS.

Suspeito do Canadá

Além da Guiné-Conacri estão envolvidos nas pesquisas laboratórios da França e do Senegal. A agência da ONU anunciou que as autoridades de saúde do Canadá devem confirmar o resultado negativo de um caso suspeito de um cidadão do país que viajou para a Libéria.

Neste momento, dois casos suspeitos também deram negativo em Conacri enquanto mais casos são testados na Libéria.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 14 DE DEZEMBRO DE 2017
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