Monusco apela à rendição de rebeldes da RD Congo

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Missão da ONU quer integração de combatentes do Fdlr no processo de desmobilização; novas operações das Forças Armadas congolesas contra grupos armados serão apoiadas pela Brigada de Intervenção.

Kobler visita ex-rebeldes congoleses em Bweremana.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo, RD Congo, Monusco, apelou à rendição de combatentes rebeldes.

Em comunicado, o representante especial do Secretário-Geral pede que estes façam parte do processo de desarmamento ou enfrentem as consequências.

Justiça

Dirigindo-se diretamente aos integrantes das Forças Democráticas para a Libertação do Ruanda, Fdlr, Martin Kobler instou ao seu afastamento imediato dos líderes.

A nota lembra que os dirigentes rebeldes estão a ser acusados judicialmente, advertido que estes  serão desarmados à força, caso não sigam a oferta.

Conflitos

O apelo é para a sua participação na fase de desmobilização, repatriamento, reintegração e reinserção.

Kobler saudou o lançamento de novas operações das Forças Armadas congolesas contra o Fdlr e grupos armados afiliados. De acordo com a ONU, a ofensiva tem o apoio da Monusco, autorizada pelo Conselho de Segurança a implantar uma brigada de intervenção no ano passado.

Brigada de Intervenção

O objetivo da força é realizar operações contra grupos armados independentemente da participação do exército congolês.

Kobler disse que além de neutralizar o grupo rebelde e os seus aliados, as operações têm como objetivo ajudar a restabelecer a autoridade do Estado.

 

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 8 DE DEZEMBRO DE 2017
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