Enviada fala de impacto da lei anti-homossexualidade com líder do Uganda

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Speciosa Wandira-Kasibwe foi adjunta do presidente Yoweri Museveni durante 11 anos; destaque foi para futuro das minorias e da resposta nacional ao HIV/Sida.

Lei anti-homossexual no Uganda. Foto: Unaids

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A enviada especial do Secretário-Geral para o HIV/Sida em África, disse ter destacado junto do presidente ugandês que a criminalização da homossexualidade só serviria para alimentar o estigma e a discriminação.

Speciosa Wandira-Kasibwe, que entre 1993 e 2004 foi vice-presidente de Yoweri Museveni, assumiu o novo cargo há seis meses.

Resposta

Na mensagem, a representante faz menção a lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. A primeira mulher vice-presidente africana disse que a nova norma ameaça comprometer a resposta nacional à pandemia que regista progressos significativos.

Em finais de fevereiro, o presidente ugandês assinou a legislação que prevê prisão perpétua para casos que classifica como  "homossexualidade agravada."

14 anos

Depois de repetidos apelos contra a assinatura da norma, incluindo de altos funcionários da ONU, as autoridades retiraram da proposta a pena de 14 anos para os que cometessem o tipo de atos pela primeira vez.

Entre as entidades que reagiram de forma desfavorável à lei estão o  Programa Conjunto da ONU sobre o HIV/Sida, Onusida, o escritório da  alta comissária para os Direitos Humanos e o Fundo Global.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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