Ban quer libertação de cativos, após morte de guarda da fronteira do Irão

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Agências noticiosas anunciaram que assassinato teria ocorrido nesta segunda-feira; grupo iraniano foi sequestrado há seis semanas na região da fronteira sudeste do país.

Ban Ki-moon Foto: ONU

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

O Secretário-Geral disse ter esperanças no sucesso dos esforços do Governo do Irão para conseguir  libertar os seus guardas de fronteira que continuam em cativeiro, após deplorar a morte de um elemento.

Em nota, Ban Ki-moon condena o assassinato de um dos cinco guardas de fronteira iranianos sequestrados por milícias, a 6 de fevereiro, na região da fronteira sudeste do país.

Captura

Agências noticiosas informaram que o assassinato ocorreu nesta segunda-feira. Presume-se que após o sequesto na região iraquiana de Sistan Baluchistão as vítimas teriam sido levadas para o Paquistão, há seis semanas.

De acordo com os relatos das agências, o rapto teria sido reivindicado pelo grupo sunita Jaish al-Adl que publicou fotos dos guardas amarrados em local desconhecido.

Justiça

Ban manifesta solidariedade ao Governo e ao povo do Irão, tendo destacado que o ato ocorre perante as celebrações anuais do Nowruz, realizadas para comemorar o início em paz do novo ano.

O Secretário-Geral exige que os responsáveis sejam levados à justiça, na nota que expressa condolências à família do guarda morto.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 13 DE DEZEMBRO DE 2017
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