América Latina teve a menor alta no preço dos alimentos em um ano

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Segundo a FAO, a inflação alimentar na região alcançou a média de 0,8% em fevereiro; no Brasil houve leve redução, de 0,6% e agência afirma ser um "bom sinal" para a população mais pobre.

Preço do tomate teve movimentações mistas nos países latino-americanos. Foto: Banco Mundial

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

A inflação de alimentos na América Latina e no Caribe teve alta de 0,8% em fevereiro, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO.

A queda de 0,6 pontos percentuais representou a maior descida no preço dos alimentos em um ano. A FAO destaca ser "bom sinal" para os setores mais pobres, que geralmente são os que gastam a maior parte de sua renda com a compra de alimentos.

Carne e Tomate

O preço dos alimentos no Brasil teve uma leve variação, de 0,6%, em relação a janeiro. Com isso, a inflação média anual de alimentos no país ficou a 6,3%.

Os países que tiveram os menores níveis de inflação alimentar em fevereiro foram Costa Rica, Equador, República Dominicana, México e Nicarágua.

Segundo a FAO, as carnes bovina e de frango, o limão e frutas da estação, foram os alimentos que tiveram o maior aumento de preços na América Latina e Caribe. No Chile, por exemplo, a carne bovina subiu 2,1%. No México, o preço do limão aumentou 68,1%, uma alta influenciada por fatores climáticos.

Já o preço do tomate teve movimentações mistas nos países latino-americanos, na comparação com janeiro. O consumidor mexicano pagou 33% a menos pelo alimento, mas na Bolívia, o tomate ficou 29% mais caro.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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