OIT diz que mundo tem 21 milhões de vítimas da escravidão moderna

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Alerta consta da mensagem do Secretário-Geral para marcar o Dia Internacional para Abolição da Escravidão.

Vítima da escravidão. Foto: ONU Brasil

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*

As Nações Unidas marcam neste 2 de dezembro o Dia Mundial para Abolição da Escravidão. A data entrou para o calendário da ONU após uma resolução da Assembleia Geral sobre o tema em 1949.

Em mensagem, o chefe da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que os países precisam de leis nacionais mais fortes para combater formas modernas de escravidão.

Empresas

Cálculos da Organização Internacional do Trabalho, OIT,  sugerem que o problema atinja 21 milhões de pessoas em todo o mundo.

O antropólogo Manuel Ramos falou à Rádio ONU de Lisboa, sobre algumas formas contemporâneas de escravidão na Europa.

Ban afirmou ainda que mais empresas precisam garantir que suas atividades não levem a formas de escravidão. Ele citou ainda o trabalho do Fundo Voluntário das Nações Unidas sobre Formas Contemporâneas de Escravidão. Há mais de 20 anos, a iniciativa presta auxílio à restauração dos direitos humanos e da dignidade de vítimas.

Violação

O presidente da Assembleia Geral, John Ashe, disse que a escravidão foi e continua a ser talvez a maior tragédia humana da história. Ashe lembrou que mesmo abolida, a prática deixou cicatrizes emocionais.

Pela resolução da Assembleia Geral, os países-membros foram instados a erradicar todas as formas de escravidão, além de impulsionar iniciativas de promoção da inclusão social e pelo fim da discriminação.

*Apresentação: Mônica Villela Grayley.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 30 DE JULHO DE 2014
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