Desemprego e economia informal desafiam avanço africano, diz ONU

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Em mensagem do Dia da Industrialização em África, Secretário-Geral destaca redução da pobreza e impulso ao crescimento sustentável.

Jovem moçambicana trabalha na oficina do pai. Ela recebeu formação através de um programa da Unido. Foto: Unido

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova Iorque.*   

À beira do fim do prazo de cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio e da preparação da agenda global pós-2015, a ONU quer a discussão dos desafios do desemprego e da economia informal em África.

As declarações foram feitas pelo Secretário-Geral para assinalar o Dia da Industrialização da África, neste 20 de novembro.

Potencial

Ban Ki-moon identificou a criação de postos de trabalho e o empreendedorismo como fatores para reduzir a pobreza e acelerar o crescimento sustentável no continente.

O chefe da ONU considera que "o dinamismo económico africano, a população jovem e o potencial para a inovação formam a base para indústrias sólidas e competitivas."

O pedido aos Estados-membros é que trabalhem juntos para acelerar a criação de empregos e as ações de novos empreendedores da região, como forma de construção de um futuro mais próspero e sustentável para todos.

Salários Baixos

Ban lembrou que "apesar de África abrigar algumas das economias que mais crescem no mundo, vários cidadãos estão a ficar para trás."

Os mais jovens foram apontados pelo Secretário-Geral como os mais afetados pelo desemprego. Quanto às mulheres, Ban disse que ocupam postos considerados de risco, e que recebem salários baixos ou instáveis.

*Apresentação: Denise Costa.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 25 DE NOVEMBRO DE 2014
JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 25 DE NOVEMBRO DE 2014
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