Américas firmam compromisso em ampliar acesso à saúde para GLBTs

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Em reunião da Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, ministros aprovaram resolução para tratamento igualitário de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros; foi feito novo apelo ao fim do estigma e da discriminação.

Direitos iguais. Foto: Banco Mundial

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

As autoridades de saúde do continente americano estão comprometidas a promover o acesso igualitário à saúde para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, GLBTs.

O acordo foi firmado na capital dos Estados Unidos, Washington, onde acontece um encontro da Organização Pan-Americana da Saúde, Opas. Nessa quinta-feira, eles aprovaram uma resolução para melhorar as políticas, planos e leis sobre serviços de saúde.

Dignidade

A diretora da Opas, Carissa Etienne, apoiou o acordo, afirmando que "todos têm direito de receber cuidados de saúde". A resolução pede também o fim do estigma e da discriminação contra o público GLBT e respeito à dignidade humana. 

Na reunião, foi destacado que os homossexuais muitas vezes são desrespeitados e têm o direito de tratamento de saúde negado. Segundo a Opas, gays, lésbicas e transgêneros sofrem as piores disparidades de saúde em todos os países do globo.

Depressão

Entre o público GLBT são também altos os índices de depressão, ansiedade, uso de tabaco e de álcool e suicídio. Os motivos são estresse crônico e isolamento social.

A Opas deve preparar um relatório sobre as condições de saúde e as barreiras que homossexuais e transgêneros enfrentam no setor.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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