Alerta máximo após ataques que desalojaram 5 mil na RD Congo

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Monusco diz que ainda não tem um número exato de baixas de combates iniciados durante a manhã desta sexta-feira perto de Goma; decorrem investigações a um alegado morteiro que caiu no Ruanda.

Fim da violência na RD Congo. Foto: Monusco

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Missão da ONU na República Democrática do Congo, Monusco, anunciou que mais de 5 mil pessoas atravessaram, esta sexta-feira, a fronteira para o Ruanda devido a confrontos no norte de Goma.

Em nota, a missão disse que está em alerta máximo e que monitoriza de perto a situação que envolve elementos do grupo armado M23 e do exército congolês.

Combates 

Ainda não há um número exato de baixas resultante dos combates iniciados durante a manhã, em Kibumba, a 15 km da capital da província do Kivu Norte.

Além de metralhadoras os combates, ainda em curso, envolvem armas pesadas como morteiros.

Bombardeamento

A missão disse ter realizado o reconhecimento aéreo da região, além de ter pedido ao mecanismo de verificação conjunto que investigue relatos de um morteiro que caiu no vizinho Ruanda.

Nesta segunda-feira a missão declarou-se desapontada com o fracasso das negociações entre as partes em Kampala, durante as quais não conseguiram chegar a acordo para pôr termo à crise no leste do país.

Durante quatro dias, a ronda envolveu também observadores da ONU, da União Africana, dos Estados Unidos e da União Europeia.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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