Para novo diretor-geral da OMC, Brasil deverá seguir atuante na agência

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Roberto Azevêdo afirmou que país é um dos mais beneficiados pelo sistema multilateral de comércio seja na área da indústria, da solução de controvérsias ou da agricultura.

Sede da Organização Mundial do Comércio. Foto: OMC/Jay Louvion

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A cooperação do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio deve continuar de forma "pró-ativa e construtiva". A declaração foi feita pelo novo diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

Azevêdo falou à Rádio ONU sobre o futuro da atuação brasileira antes de tomar posse nesta segunda-feira. Ele disse que o Brasil tem se mostrado engajado na cooperação com a OMC em várias áreas como, por exemplo, a solução de controvérsias.

Grande Interesse

"Nas áreas importantes de negociação, na área agrícola, por exemplo, que o Brasil tem um grande interesse, que é um interesse ofensivo e que tem a ganhar muito na área do agronegócio. Mas mesmo na área industrial, em determinados setores e segmentos em que o Brasil é competitivo. Eu acho que o Brasil continuará atuando de uma maneira pró-ativa, construtiva, que permita o avanço de negociações multilaterais."

Roberto Azevêdo, que assumiu o posto de diretor-geral da OMC, nesta segunda-feira, passou os últimos anos liderando a delegação brasileira junto à agência.

JORNAL DA ONU - 5 MIN, 17 DE JANEIRO DE 2018
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