Missão da ONU no Haiti preocupada com aumento de casos de homofobia

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Em comunicado, Minustah e agências da organização no país pediram a todos os haitianos que se unam para defender Estado de direito, tolerância e dignidade humana.

Minustah apela à tolerância. Foto: Banco Mundial

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O aumento de casos de violência baseada em homofobia no Haiti está preocupando a Missão das Nações Unidas no país.

Em comunicado, a Minustah citou a declaração do Ministério de Direitos Humanos e da Luta contra a Pobreza Extrema do Haiti de que "a tolerância e a solidariedade são os fundamentos de uma sociedade democrática em crescimento."

Sociedade Civil

A Missão da ONU pediu ainda aos haitianos que se unam para a construção de uma sociedade com base no respeito ao Estado de direito, à tolerância e à dignidade.

Segundo a Minustah, todas as pessoas independentemente de gênero e orientação sexual merecem direitos iguais para viver em paz e em tranquilidade.

Uma condição prevista também na própria Constituição haitiana.

A ONU encerrou o comunicado pedindo à sociedade civil e a todos os líderes religiosos e políticos que promovam o respeito aos direitos humanos, condenando ações e expressões de ódio.

A Missão no Haiti elogiou ainda a intervenção de autoridades para resgatar vítimas de casos de violência homofóbica, além de cobrar a responsabilidade por parte dos autores de atos de violência.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 26 DE DEZEMBRO DE 2014
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