ONU diz que Egito deve iniciar diálogo nacional para resolver crise

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Declaração da alta comissária de direitos humanos foi divulgada nesta terça-feira; segundo agências de notícias, presidente teria recebido prazo de 48 horas do exército para solucionar crise.

Protestos no Egito.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A alta comissária de direitos humanos das Nações Unidas disse que está acompanhando a situação no Egito com grande preocupação.

Navi Pillay pediu ao governo do país que faça o máximo para proteger os direitos dos cidadãos que estão protestando, pacificamente, nas ruas.

Escalada

Em comunicado, divulgado nesta terça-feira, ela afirmou que os partidos políticos e grupos sociais devem iniciar um "diálogo nacional sério para resolver a crise e evitar a escalada da violência."

Segundo agências de notícias, o presidente Mohammed Mursi teria recebido um prazo de 48 horas do Exército egípcio para apresentar uma solução para a crise.

Navi Pillay lembrou que sempre apoiou o direito do povo do Egito à liberdade de expressão e reunião, desde o início da primavera árabe no país em janeiro de 2011.

Ela lamentou as mortes ocorridas desde domingo no Egito, e disse que os autores dos ataques têm que ser responsabilizados.

Pillay pediu ao presidente Mursi que ouça a voz do povo e que responda às preocupações da oposição e da sociedade civil, manifestadas nos últimos meses.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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