Enviado da ONU pede fim imediato de conflitos em Kismayo, na Somália

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Cidade portuária fica ao sul do país africano; segundo missão das Nações Unidas, confrontos resultaram na morte de civis.

Nicholas Kay (dir) com o primeiro-ministro somali Abdi Farah Shirdon

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York. 

O enviado especial das Nações Unidas na Somália pediu neste sábado o fim imediato dos confrontos armados na cidade portuária de Kismayo, no sul do país. Milícias estão reivindicando a liderança da administração regional de Jubaland.

Segundo a Missão de Assistência da ONU na Somália, Unsom, civis foram mortos durante os graves conflitos dos últimos dias. O enviado Nicholas Kay afirmou que contatos estão em andamento para um processo inclusivo que alivie as tensões.

Reconciliação

O chefe da Unsom e representante do Secretário-Geral disse que os detalhes da negociação estão sendo discutidos e ressaltou "não ser hora para violência", que só vai tornar mais difícil um acordo e a reconciliação na área.

Kay pede a todos os lados envolvidos nos conflitos que não se envolvam em provocações e também pede um fim imediato das hostilidades.

No começo do mês, o Conselho de Segurança fez um apelo semelhante e pediu aos grupos armados para que se envolvessem com o governo somali de uma maneira construtiva, que levasse a uma resolução pacífica da crise.

A Unsom, que começou suas operações neste mês, tem a tarefa de ajudar a nação do Chifre da África, que busca sair de mais de duas décadas de luta.

 

 

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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