Conselho de Segurança marca 20 anos do Tribunal para Ex-Iugoslávia

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Órgão foi estabelecido para julgar responsáveis por crimes de guerra ocorridos na Croácia, Kosovo e Bósnia e Herzegovina, na década de 1990; até o momento, foram acusadas 161 pessoas, incluindo ex-chefes de Estado.

Civis fugindo do Kosovo, em 1999

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

O Conselho de Segurança marca neste sábado os 20 anos de um tribunal da ONU criado durante o conflito nos Bálcãs, na década de 1990. O órgão reconhece o compromisso com a luta contra a impunidade de responsáveis por crimes de guerra.

Em nota, o Conselho de Segurança relembra a resolução de 25 de maio de 1993, que estabeleceu o Tribunal Penal Internacional para a Ex-Iugoslávia.

Assassinatos

O papel do órgão, com sede em Haia, na Holanda, é julgar acusados de crimes cometidos em vários conflitos na Croácia, Bósnia e Herzegovina, Sérvia, Kosovo e ex-República Ioguslava da Macedônia.

Em 20 anos de funcionamento, o tribunal já acusou 161 pessoas, incluindo ex-chefes de Estado, primeiros-ministros, chefes de Forças Armadas e outros líderes políticos e militares. Dezenas foram condenados à prisão.

O Tribunal Penal Internacional para a Ex-Iugoslávia julga acusados de "atrocidades em massa", quando milhares de civis foram assassinados, torturados, abusados sexualmente e expulsos de suas casas, causando indignação ao redor do mundo.

O Conselho de Segurança lembra que o tribunal deve concluir seus trabalhos em 2014.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 28 DE JULHO DE 2014
JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 28 DE JULHO DE 2014
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