Banco Mundial: cobertura universal de saúde é chave para fim da pobreza

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Na Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, presidente do órgão faz apelo por mais esforços que garantam acesso de qualidade e de baixo custo a serviços na área.

Jim Yong Kim. Foto: Banco Mundial/Simone D. McCourti

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.* 

O Banco Mundial está pedindo mais esforços globais para garantir acesso universal a serviços de saúde de qualidade e de baixo custo. O apelo foi feito nesta terça-feira pelo presidente do órgão, durante a Assembleia Mundial da Saúde.

Segundo Jim Yong Kim, o acesso a médicos, hospitais e medicamentos é essencial para que a pobreza absoluta seja erradicada até 2030.

Gastos

Em Genebra, ele disse que os países precisam de crescimento econômico forte e robusto para o fim da pobreza, mas também investir na melhoria dos serviços de saúde para todos os cidadãos.

O presidente do Banco Mundial ressalta que pelas estimativas, gastos com a saúde que saem do próprio bolso do cidadão, forçam, todos os anos, 100 milhões de pessoas para a pobreza extrema.

Metas

Para Jim Yong Kim, "esta é uma forma opressora de aflição para pessoas, já que a angústia do empobrecimento faz parte do sofrimento dos doentes". O presidente do órgão defende a melhoria da cobertura de saúde entre os mais pobres como fator crítico para que essas pessoas consigam, por exemplo, competir por postos de trabalho.

Kim afirmou que o Banco Mundial está ajudando os países a reduzir as mortalidades materna e infantil, metas que são parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

*Reportagem: Patrick Maigua, Genebra.

 

 

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 30 DE JULHO DE 2014
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