Entrevista: Maria Luiza Ribeiro Viotti

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Maria Luiza Ribeiro Viotti

Embaixadora do Brasil nas Nações Unidas comenta o tributo da organização ao trabalho do arquiteto Oscar Niemeyer.

 A cerimônia, realizada no hall da Assembleia Geral, nesta quarta-feira, contou com a presença do Secretário-Geral, Ban Ki-moon, e do presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic.

A embaixadora lembrou que o traço de Niemeyer é muito visível na sede e que o objetivo do jovem arquiteto brasileiro era "projetar aquilo que a ONU é, projetar os valores, as aspirações de um mundo melhor. Criar os espaços que permitiram, naquele momento, identificar a ONU como o locus deste esforço mundial pela paz, pela cooperação, pelo entendimento."

 Já Ban Ki-moon lembrou o pioneirismo de Niemeyer de planejar um prédio com estrutura de vidro e aço, que foi o primeiro deste tipo na cidade de Nova York.

O crítico e professor de arquitetura, Paul Goldberger, disse à Rádio ONU que estudantes da disciplina, hoje em dia, podem aprender com o mestre brasileiro que "o modernismo não precisa ser frio e duro, mas que pode ser sensual e transmitir o calor humano."

Goldberger ressaltou ainda que Niemeyer nunca encarou seus prédios "somente como edifícios, mas sempre se preocupou com o que acontecia dentro dos espaços projetados por ele, com os eventos e com as atividades de seres humanos que iriam habitar aquelas obras."

 Acompanhe a conversa da embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti com Mônica Villela Grayley.

 

Duração: 3:18″

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 23 DE ABRIL DE 2014
JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 23 DE ABRIL DE 2014
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