Observadores de direitos humanos sem registo de violações no pleito queniano

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Grupo de 13 elementos emitiu comunicado ao regressar a Genebra; autoridades eleitorais dizem que votação foi ganha pelo antigo vice-primeiro-ministro, Uhuru Kenyatta.

Grupo de civis quenianos

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque. *

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos informou que as eleições presidenciais no Quénia ocorreram sem registos de violações dos direitos humanos.

A informação foi dada, esta sexta-feira, durante uma entrevista a jornalistas, pelo porta-voz do escritório da alta comissária, Rupert Colville.

Observadores

Segundo Colville, a missão enviada pela alta comissária Navi Pillay visitou vários centros de votação em diferentes partes do Quénia. As eleições foram realizadas em 4 de março. A equipa de observadores de direitos humanos retornou a Genebra, nesta quarta-feira.

A comissão também teve contacto com outros observadores internacionais e locais. Os favoritos do pleito eram o atual primeiro-ministro, Raila Odinga, e o vice-primeiro-ministro Uhuru Kenyatta.

Violência

De acordo com autoridades eleitorais do Quénia, Keyatta venceu as eleições com 50,7% dos votos válidos.

Ele é acusado pelo Tribunal Penal Internacional de crimes de guerra, mas nega as acusações, que são relacionadas à violência política ocorrida durante as últimas eleições presidenciais em 2007. Estima-se que mais de 1,1 mil pessoas morreram e 600 mil foram deslocadas devido aos confrontos.

Segundo a comissão de observadores das Nações Unidas, as eleições quenianas, do início deste mês, foram pacíficas e sem ocorrências de violações sistemáticas dos direitos humanos.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 24 DE DEZEMBRO DE 2014
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