Funcionários da ONU acompanham audiência de Duvalier no tribunal

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Integrantes do Alto Comissariado de Direitos Humanos e da Missão das Nações Unidas no Haiti, Minustah, compareceram à sessão na quinta-feira e devem monitorar processo até o fim.

Soldados da Minustah

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.    

As Nações Unidas elogiaram a realização de uma audiência sobre o caso do ex-presidente do Haiti, Jean-Claude Duvalier, também conhecido como Baby-Doc.

Em nota, o Alto Comissariado das Nações Unidas informou que irá acompanhar o processo até o fim.

Recursos

O porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville, lembrou que até chegar a este ponto, um longo caminho foi percorrido com recursos no Tribunal de Apelações e outros trâmites jurídicos utilizados pelos advogados de defesa para evitar que o ex-presidente haitiano vá a julgamento.

Jean-Claude Duvalier é acusado de crimes contra a humanidade cometidos durante os 15 anos em que ele governou a ilha caribenha de 1971 a 1986, mas ele nega todas as acusações.

Motivos de Saúde

A audiência, que está ocorrendo na capital Porto Príncipe, irá determinar se ele será indiciado pelos crimes. Grupos de direitos humanos denunciaram Duvalier por torturas e assassinatos de presos políticos.

Ainda no ano passado, o tribunal do país decidiu que ele deveria ser julgado por enriquecimento ilícito.

O ex-presidente voltou ao Haiti em 2011 após passar 25 anos vivendo fora do país.

De acordo com agências de notícias, Jean-Claude Duvalier pediu que a audiência fosse realizada a portas fechadas por motivos de saúde. Funcionários do Alto Comissariado das Nações Unidas e da Missão no Haiti, Minustah, compareceram à abertura do processo e devem acompanhar as audiências até o fim.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 28 DE AGOSTO DE 2014
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