OIM revela ações para conter surto de hepatite no Sudão do Sul

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Agência refere que vírus da doença já infetou mais de 5 mil pessoas; decorre construção de latrinas, paralelamente à distribuição de água e materiais de higiene para mais de 40 mil refugiados.

Higiene e saneamento para refugiados. (Foto: Acnur)

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização Internacional para Migrações, OIM, falou da intensificação de esforços de promoção de higiene e saneamento para conter um surto de hepatite E que atingiu refugiados no Sudão do Sul.

As ações da agência ocorrem em áreas circunvizinhas do acampamento de Doro, onde surgiram os primeiros casos suspeitos da doença.

Violência

Desde Dezembro de 2011, mais de 5 mil casos de hepatite E foram notificados na área, que alberga 115 mil refugiados fugidos da violência no estado sudanês do Nilo Azul.

No rol de atividades estão a escavação de latrinas de emergência e ações como a distribuição de água e de materiais de higiene além do saneamento para mais de 40 mil refugiados.

Refugiados

A agência anunciou a coordenação ações para reduzir o risco de doenças transmitidas pela água com vários parceiros. Em Setembro passado, autoridades sanitárias anunciaram um surto de hepatite E em três campos de refugiados.

O vírus provoca a infeção do fígado, e pode ser transmitido pelo consumo de água e de comida contaminada com fezes. A infeção sintomática é mais comum em jovens adultos, mas o vírus representa maior risco para mulheres grávidas.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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