Unesco condenou assassinatos de cinco jornalistas na África e na Ásia

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Diretora-geral da agência enviou pêsames ao povo do Paquistão pelas mortes nos ataques em Quetta, incluindo três profissionais da mídia; Bokova condenou também os assassinatos de repórteres na República Central Africana e na Tanzânia.

Irina Bokova Foto: Unesco/Ania Freindorf

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

A Unesco condenou o assassinato de cinco jornalistas durante atentados terroristas na África e na Ásia.

Os ataques no Paquistão, na sexta-feira, mataram três jornalistas e deixaram mais três feridos. Na República Central Africana, uma jornalista foi assassinada em 8 de janeiro. No mesmo dia, na Tanzânia, o corpo de uma repórter foi encontrado.

Valores

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Irina Bokova, afirmou que os atentados violam os valores democráticos e os direitos humanos. Segundo ela, eles também representam uma afronta a todos.

Desde o início do ano passado, 13 jornalistas e profissionais da imprensa morreram em ataques no Paquistão.

Atentados

Na República Central Africana, Elisabeth Blanche Olofio, foi morta quando a rádio comunitária, em que ela trabalhava, foi invadida por um grupo rebelde.

Bokova está preocupada também com a segurança dos outros funcionários da emissora. Ela pediu a todas as partes envolvidas no conflito que respeitem o status de civis dos jornalistas.

Na Tanzânia, a chefe da Unesco pediu a investigação sobre o assassinato da repórter Issa Ngumba. Ela foi a segunda jornalista morta no país nos últimos meses.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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