ONU elogia libertação temporária de ativista de direitos humanos no Irã

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Nasrin Sotoudeh recebeu três dias de licença temporária da Prisão Evin, onde ela está cumprindo uma sentença de seis anos, acusada de crimes pelo governo.

Nasrin Sotoudeh

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos saudou a libertação temporária de uma ativista no Irã, que foi condenada a seis anos de prisão.

A advogada Nasrin Sotoudeh recebeu uma licença de três dias e está passando o tempo com a família desde esta quinta-feira. Ela está cumprindo a pena na Prisão Evin, em Teerã, capital do Irã.

Trabalho

Sotoudeh foi presa e impedida de advogar por 10 anos. Ele é acusada de crimes pelo governo iraniano, que o Alto Comissariado acredita, estarem ligados ao trabalho dela como defensora dos direitos humanos.

Em 17 de outubro passado, a ativista decidiu fazer uma greve de fome após o governo impor restrições de viagem à família dela. Em dezembro, as restrições foram suspensas.

Em nota, o Alto Comissariado afirmou esperar que Nasrin Sotoudeh seja libertada para sempre, em breve.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 20 DE ABRIL DE 2015
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