Monusco aponta grave crise humanitária devido à violência étnica na RD Congo

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Missão fala de hostilidade devido a suspeitas de possíveis ligações de vários indivíduos com grupos armados no leste do país dos Grandes Lagos.

Civis na RD Congo

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Missão da ONU na República Democrática do Congo, Monusco, relatou uma "grave crise humanitária", como consequência do aumento substancial da violência étnica no leste do país.

O cenário é de deslocados internos a viver em casas de familiares e em outros locais públicos, refere a Monusco.

Hostilidade

A missão destaca, igualmente, a necessidade de se lidar com a hostilidade no seio das comunidades, perante suspeitas de possíveis ligações de vários indivíduos com grupos armados.

De acordo com agências noticiosas, vários destes concordaram com um cessar-fogo e uma aliança no fim do ano, após meses de conflito étnico.

Situação Humanitária

Depois de uma visita para avaliar a situação de segurança e humanitária na região, realizada há uma semana, a Monusco destaca o aumento do movimento da população e a existência de mais de 20 mil deslocados.

Os incidentes atingem as localidades de Buabo, Banyungu, Biiri e Bapfuna quando atingiram o pico, entre 3 e 29 de Novembro, com a morte de 40 pessoas.

Desde então, pequenos episódios continuaram a ser relatados, sendo o mais recente o ataque contra a localidade de Buhangana a 30 de Dezembro.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 15 DE ABRIL DE 2014
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