Consultora da ONU diz que participação de mulheres policiais é crítica

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Ann-Marie Orler se despede do cargo de Conselheira da Polícia das Nações Unidas; ela apela aos Estados-membros que enviem mais mulheres às operações de paz em todo o mundo.

Policiais mulheres da ONU

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.* 

A principal oficial de Polícia das Nações Unidas pediu nesta quarta-feira aos Estados-membros da organização que enviem mais policiais femininas para servir as operações de paz em todo mundo.

Ann-Marie Orler, que se despede do cargo de Consultora de Polícia da ONU, falou nesta quarta-feira em Nova York. No encontro, ela ressaltou que a meta é ter o melhor serviço policial possível dentro da ONU. Mas segundo ela, não é possível ter uma polícia moderna e profissional sem encorajar a participação igual de mulheres e homens.

Iniciativa

Orler supervisionou uma força policial com 12,4 mil profissionais, servindo em 18 missões de paz no mundo inteiro. Em 2009, a ONU lançou a iniciativa "Esforço Global", com a meta de ampliar o número de policiais femininas em 20% até 2014.

Mas segundo a consultora, apenas uma em cada dez policiais da ONU é mulher. Advogada e policial, Orler trabalhou com a Polícia Nacional Sueca por quase 20 anos, antes de entrar para a ONU em 2008.

Na organização, foi vice-conselheira de Polícia do Departamento de Operações de Manutenção da Paz, e depois promovida à Conselheira da Polícia em março de 2010.

*Apresentação: Leda Letra.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 28 DE JULHO DE 2014
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