ONU preocupada com ativista iraniana dos direitos humanos

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Saúde da advogada está se deteriorando; presa em 2010, Nasrin Sotoudeh, iniciou greve de fome em outubro passado.

Navi Pillay. UN Foto/Paulo Filgueiras

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos está profundamente preocupado com as condições de saúde de Nasrin Sotoudeh.

O porta voz Rupert Colville disse que a advogada e ativista iraniana em defesa dos direitos humanos iniciou greve de fome em 17 de outubro.  Ela protesta contra as condições da prisão e restrições de viagens impostas à sua família. O governo do Irã diz que a prisioneira "está com boa saúde."

Solitária

Sotoudeh passou quase 3 semanas mantida numa solitária e foi proibida de receber visita depois que começou a fazer greve de fome.

O porta-voz disse que a ativista cumpre pena de 6 anos de cadeia e foi impedida de exercer a profissão por 10 anos por crimes, que acredita-se, estejam ligados a seu trabalho como defensora dos direitos humanos.

Liberdade

O Alto Comissariado pediu ao governo iraniano que liberte, imediatamente, Sotoudeh e todos os ativistas detidos por promover pacificamente os direitos humanos no país.

A ONU está preocupada também com o aumento das execuções de prisioneiros no Irã. Entre 7 e 20 de novembro foram registradas, pelo menos, 32 execuções, mas, segundo algumas fontes, esse número pode chegar a 81.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 17 DE ABRIL DE 2014
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