Chefe da Unesco quer punição de assassinos de jornalista russo

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Irina Bokova reagiu à morte de Kazbek Gekkiyev, um apresentador de TV que não resistiu após levar vários tiros no dia 5; ONU também condena assassinato de repórter no Sudão do Sul.

Irina Bokova

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

 A diretora da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, condenou nesta terça-feira o assassinato de um jornalista russo no norte do Cáucaso. Irina Bokova apelou às autoridades locais que façam todo o possível para levar os criminosos à justiça.

Kazbek Gekkiyev era apresentador de TV e cobria assuntos sociais para uma emissora local da televisão estatal russa. Segundo o Comitê para Proteção dos Jornalistas, ele não resistiu após levar vários tiros na cabeça no dia 5 de dezembro, disparados por dois homens.

Liberdade de Expressão

A chefe da Unesco ressaltou que deve haver punição para o crime. Na segunda-feira, Irina Bokova condenou um outro assassinato, o de Nadia Sidiqi, que era diretora do Departamento de Assuntos das Mulheres na província de Langhaman, no Afeganistão. Ela também foi alvejada a tiros enquanto seguia para o trabalho.

Já no Sudão do Sul, o jornalista Ding Chan Awol foi morto, após sofrer ameaças por escrever sobre questões políticas. O Escritório da Alta Comissária para os Direitos Humanos da ONU considerou a série de ataques similares no país uma "violação à liberdade de expressão".

Segundo relatos da mídia, Awol foi alvo de disparos de um homem não identificado na periferia da capital sul-sudanesa, Juba. O jornalista era ex-funcionário da ONU, tendo trabalhado para a organização durante a guerra civil do Sudão nos anos 1990.

 

 

 

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 26 DE DEZEMBRO DE 2014
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