Bissau: Portugal pede virar da página com apoio de entidades internacionais

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Prevê-se a chegada de representantes de organizações internacionais à Guiné-Bissau a 16 de Dezembro;  país foi abordado na reunião entre o ministro português dos Negócios Estrangeiros e o Secretário-Geral da ONU.

Paulo Portas

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal pediu que organizações internacionais ajudem o virar da página na Guiné-Bissau, após o golpe militar de 12 de Abril.

Paulo Portas falava à Rádio ONU, nesta quarta-feira, após a sua última intervenção do Conselho de Segurança como chefe da diplomacia portuguesa. Este mês, o país cessa o mandato de dois anos como membro não-permantente do órgão.

Esforços

No dia 16 de Dezembro, uma missão integrando organizações internacionais chega a Bissau, como parte de esforços conjuntos para enfrentar a crise pós-golpe no país, anunciou a União Africana.

Paulo Portas falou do papel das delegações que, além da organização continental, as Nações Unidas e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, Cedeao, com a participação da União Europeia.

Estabilidade

"Sejam organizações internacionais capazes de ajudar a virar a página porque é isso que a Guiné-Bissau tenha instituições e uma vida institucional normal, estabilidade por que é isso que dám o direito à prosperidade que qualquer ser humano tem", referiu.

De acordo com a União Africana, a missão deve avaliar a situação no terreno, através da interação exaustiva de todas as partes interessadas com vista a produzir um conjunto de recomendações.

A Guiné-Bissau fez parte dos temas abordados na reunião mantida entre Paulo Portas e o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 30 DE OUTUBRO DE 2014
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