ONU diz que israelenses e palestinos devem recuar dos confrontos

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Em comunicado, Navi Pillay afirmou que é inaceitável que civis tenham que arcar com o maior fardo das tensões entre os dois lados; ela citou o casos das crianças e até de um bebê atingidos pelos ataques. 

Alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.   

A alta comissária de Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, condenou a nova escalada da violência entre Israel e o movimento islâmico Hamas, que controla a faixa de Gaza.

Em comunicado, Pillay disse que os dois lados têm que acabar com os confrontos, que já mataram 20 palestinos, três israelenses e deixaram vários feridos. Entre as vítimas estão crianças e até um bebê.

Grandes Cidades

Segundo agências de notícias, o Exército de Israel está chamando milhares de reservistas nesta sexta-feira, após o governo ter autorizado o retorno de 30 mil militares à ativa.

O porta-voz de Navi Pillay, Rupert Colville, disse que ela está preocupada com os ataques no sul de Israel e em Gaza, e também com foguetes sendo lançados contra grandes cidades como Tel Aviv.

Colville informou que a alta comissária da ONU condenou de forma clara, e por repetidas vezes, o ataque com foguetes da Faixa de Gaza para o sul de Israel. Ele disse que Pillay está "profundamente preocupada" com o aumento das agressões palestinas e dos ataques aéreos de Israel à Faixa de Gaza, nos últimos dois dias.

Navi Pillay disse que os dois lados têm que recuar dos confrontos.

Segundo a alta comissária é "inaceitável que os civis tenham que arcar com o maior fardo das tensões entre os dois lados."

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 29 DE AGOSTO DE 2014
JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 29 DE AGOSTO DE 2014
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