Febre-amarela deixa mais de 60 mortos em Darfur, diz OMS

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Casos suspeitos duplicaram desde o surgimento do  surto no mês passado; agência anunciou o envio de equipas técnicas que trabalham em colaboração com o Ministério sudanês da Saúde.

Equipas locais tiram a febre á população.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Pelo menos 67 pessoas já morreram devido ao alastramento do surto da febre-amarela na região sudanesa de Darfur, anunciou esta quarta-feira a Organização Mundial de Saúde, OMS.

De acordo com os novos dados, os casos suspeitos duplicaram e já atingem 194, comparativamente ao registo do primeiro surto, em Outubro. Estima-se que 17 localidades estejam afetadas no norte, sul, centro e oeste.

Vigilância

A febre-amarela é transmitida pelo mosquito e não tem tratamento específico. A vacinação é tida como a mais importante medida de prevenção.

Para apoiar o combate ao surto, a agência anunciou o envio de equipas técnicas que trabalham em colaboração com o Ministério sudanês da Saúde.

Formação

De acordo com a OMS, 225 profissionais de saúde estão a ser treinados para a vigilância, gestão de casos, prevenção e controlo de infeções.

Para a prevenção da febre-amarela e a campanha de controlo também foram envolvidos líderes comunitários locais, refere a OMS.

JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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