Unesco condena morte de jornalista sírio em Homs
Ouvir /Comunicado da agência da ONU é emitido no dia em que outros dois jornalistas, estrangeiros, morrem no país, na mesma cidade, bastião da rebelião síria contra o regime no poder.
Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, condenou a morte do jornalista sírio Mazhar Tayyara, na cidade de Homs, na Síria.
Homs tornou-se no bastião da contestação ao governo. O jornalista foi apanhado pelos bombardeamentos do exército sírio à cidade e não resistiu aos ferimentos. A morte ocorreu no passado dia sete, mas as circunstâncias ainda estão por apurar.
Recordar Jornalistas
A Unesco tem uma página na internet dedicada aos profissionais dos média que morreram enquanto cobriam eventos, na maioria conflitos.
Desde o início dos confrontos na Síria que quatro jornalistas morreram.
Esta quarta-feira, o número eleva-se para seis, com as mortes da norte-americana Marie Colin, repórter de guerra ao serviço, entre outros, do jornal britânico Sunday Times em Homs, e de Remi Ochlik, fotógrafo francês de 28 anos, morto quando estava em casa, também em Homs.






