Entrevista: Prefeita Leila Galvão, Brasiléia

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Haitianos em acampamento após o terremoto

Quase dois anos após o terremoto que matou mais de 200 mil pessoas no Haiti, muitos haitianos decidiram mudar de vida e recomeçar no Brasil. Os primeiros migrantes teriam chegado ao país um ano após o terremoto, à procura de novas oportunidades. Muitos deles contaram que receberam promessas de emprego através de “agências de viagens”, o que segundo a mídia brasileira, seriam traficantes de seres humanos.

Os haitianos que chegaram ao país estão se concentrando em algumas cidades como Tabatinga, no Amazonas, e Brasiléia, no Acre.

A prefeita de Brasiléia conversou com a Rádio ONU nesta segunda 9, sobre a situação na cidade.

Segundo ela, por causa da grande concentração de migrantes no centro de Brasiléia, o lugar já está sendo chamado de “Praça dos Haitianos”.

A entrevista da prefeita ocorreu um dia antes de o Governo Federal informar que, a partir de agora, irá exigir visto de entrada para hatianos que quiserem viajar ao Brasil.

Acompanhe a conversa com Mônica Villela Grayley.

Tempo: 12´02´´

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JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 29 DE AGOSTO DE 2014
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