Criminalidade e violência ameaçam América Latina e Caribe, diz ONU

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A declaração foi dada pela chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Helen Clark, durante visita ao México, nesta quarta-feira.

Helen Clark

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

Altos índices de criminalidade e insegurança continuam sendo desafios para a América Latina e o Caribe.

A afirmação foi feita pela chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, Helen Clark.

Economia e Desenvolvimento

Segundo ela, a economia e o desenvolvimento social dos países latino-americanos e caribenhos são diretamente afetados pelo problema.

Mas Clark, que foi primeira-ministra da Nova Zelândia, também lembrou os avanços da América Latina, nas últimas duas décadas, quando a democracia e governança transparente ganharam mais espaço na região.

Ela fez a declaração durante uma visita ao México, nesta quarta-feira, para marcar os 50 anos de atuação do Pnud no país.

Assassinatos

Para a chefe do Pnud, a insegurança e a desigualde social podem minar ganhos, duramente alcançados, além de progressos registrados nos países latino-americanos e caribenhos.

Todos os anos, a América Latina registra 25 assassinatos para cada 100 mil habitantes, a marca torna o continente uma das regiões mais violentas do mundo.

Somente na América Central, em 2010, mais de 18 mil pessoas foram mortas.

Na terça-feira, o governo mexicano e o Pnud firmaram uma parceria estratégica para troca de experiências em desenvolvimento social com outros países. Um acordo semelhante já foi efetuado com a Turquia, a China e o Brasil.

*Apresentação: Leda Letra.

JORNAL DA ONU - BRASIL (5 MIN), 22 DE MAIO DE 2012
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